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Furlan recebe senadores norte-americanos que vieram conhecer tecnologia brasileira do etanol
07 Abr 2006 - 20h38min
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, recebe, neste momento, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em São Paulo, um grupo de senadores dos Estados Unidos. Os políticos norte-americanos vieram conhecer a tecnologia usada pelo Brasil na produção e distribuição de etanol.
De manhã, os senadores estiveram com empresários do setor. Na próxima terça-feira (11), o grupo terá reunião, em Brasília, com técnicos do Ministério do Desenvolvimento.
A proposta para que os norte-americanos conhecessem e utilizassem o etanol partiu do Brasil, em visita feita por Furlan à Califórnia.
Segundo os dados colhidos pelo Ministério do Desenvolvimento, atualmente na Califórnia, a mistura de álcool à gasolina é de 5,6%, o que gera um consumo de 900 milhões de galões por ano. Estuda-se a possibilidade de aumentar a porcentagem de álcool para 10%, o que aumentaria a demanda de etanol.
Nos Estados Unidos, há grande utilização do álcool proveniente do milho. O custo da produção por litro é de US$ 0,31, em média. Já o etanol, álcool produzido da cana-de-açúcar, custa em média US$ 0,20 por litro. No ano passado, o Brasil exportou US$ 77,462 milhões de álcool para os EUA. Só nos dois primeiros meses desse ano, o valor registrado em vendas foi de US$ 25,747 milhões.
O Brasil é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar. Entre 1989 e 2004, a produtividade aumentou de 61.985 para 73.729 quilos por hectare, um crescimento de quase 20%.
O governo está fazendo uma peregrinação por vários países com o objetivo de convencê-los a produzir e utilizar etanol na mistura com a gasolina. Até agora, já demonstraram interesse os Estados Unidos, a Índia, a Suécia, o Paraguai, a China, a Venezuela, a Colômbia, a Austrália, a Tailândia, o Canadá e o Peru.
Segunda e terça-feira (10 e 11) próximas, o ministro Furlan terá reuniões, em Tóquio, com representantes do governo e do empresariado japonês, visando a exportação do etanol brasileiro.
O ministro participará da 1ª Reunião do Grupo de Trabalho sobre Biomassa Nipo-Brasileiro. Ele fará uma palestra sobre a tecnologia de produção do álcool brasileiro e as vantagens de utilizá-lo.
De manhã, os senadores estiveram com empresários do setor. Na próxima terça-feira (11), o grupo terá reunião, em Brasília, com técnicos do Ministério do Desenvolvimento.
A proposta para que os norte-americanos conhecessem e utilizassem o etanol partiu do Brasil, em visita feita por Furlan à Califórnia.
Segundo os dados colhidos pelo Ministério do Desenvolvimento, atualmente na Califórnia, a mistura de álcool à gasolina é de 5,6%, o que gera um consumo de 900 milhões de galões por ano. Estuda-se a possibilidade de aumentar a porcentagem de álcool para 10%, o que aumentaria a demanda de etanol.
Nos Estados Unidos, há grande utilização do álcool proveniente do milho. O custo da produção por litro é de US$ 0,31, em média. Já o etanol, álcool produzido da cana-de-açúcar, custa em média US$ 0,20 por litro. No ano passado, o Brasil exportou US$ 77,462 milhões de álcool para os EUA. Só nos dois primeiros meses desse ano, o valor registrado em vendas foi de US$ 25,747 milhões.
O Brasil é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar. Entre 1989 e 2004, a produtividade aumentou de 61.985 para 73.729 quilos por hectare, um crescimento de quase 20%.
O governo está fazendo uma peregrinação por vários países com o objetivo de convencê-los a produzir e utilizar etanol na mistura com a gasolina. Até agora, já demonstraram interesse os Estados Unidos, a Índia, a Suécia, o Paraguai, a China, a Venezuela, a Colômbia, a Austrália, a Tailândia, o Canadá e o Peru.
Segunda e terça-feira (10 e 11) próximas, o ministro Furlan terá reuniões, em Tóquio, com representantes do governo e do empresariado japonês, visando a exportação do etanol brasileiro.
O ministro participará da 1ª Reunião do Grupo de Trabalho sobre Biomassa Nipo-Brasileiro. Ele fará uma palestra sobre a tecnologia de produção do álcool brasileiro e as vantagens de utilizá-lo.
Agência Brasil
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