Brasil
ONU
Mulheres pobres são as mais traficadas
19 Mai 2004 - 04h54min
Diagnóstico feito pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pelo governo brasileiro mostra que as maiores vítimas do tráfico de seres humanos no Brasil são mulheres jovens, pobres e sem instrução.
Dos 36 processos e inquéritos existentes no País, em 35 as vítimas eram brasileiras de 18 a 21 anos, 68% das vítimas eram solteiras e 22% não completaram o ensino fundamental. Os dados serão divulgados hoje, em Brasília, no Seminário sobre Tráfico Internacional de Seres Humanos no Brasil.
Feito pelo consultor Marcos Colares nas superintendências da Polícia Federal e tribunais de Justiça dos estados do Ceará, Goiás, São Paulo e Rio, o diagnóstico fará parte de um banco de dados que o Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime pretende formar em parceria com o governo para capacitar funcionários públicos e técnicos, principalmente ligados à área jurídica.
No ano passado, o Ministério da Justiça conseguiu identificar países da Europa, como Espanha, Itália e Holanda, como os preferidos das redes de exploração e descobriu que a maior parte das vítimas havia saído de Goiás, Ceará, São Paulo e Rio. (das agências)
Dos 36 processos e inquéritos existentes no País, em 35 as vítimas eram brasileiras de 18 a 21 anos, 68% das vítimas eram solteiras e 22% não completaram o ensino fundamental. Os dados serão divulgados hoje, em Brasília, no Seminário sobre Tráfico Internacional de Seres Humanos no Brasil.
Feito pelo consultor Marcos Colares nas superintendências da Polícia Federal e tribunais de Justiça dos estados do Ceará, Goiás, São Paulo e Rio, o diagnóstico fará parte de um banco de dados que o Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime pretende formar em parceria com o governo para capacitar funcionários públicos e técnicos, principalmente ligados à área jurídica.
No ano passado, o Ministério da Justiça conseguiu identificar países da Europa, como Espanha, Itália e Holanda, como os preferidos das redes de exploração e descobriu que a maior parte das vítimas havia saído de Goiás, Ceará, São Paulo e Rio. (das agências)
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