Buchicho
PERFIL
O timbre certo
O rapaz é designer, trabalha em uma assessoria de imprensa e faz Faculdade de Publicidade e Propaganda na FIC
25 Abr 2006 - 02h49min
Gabriel Ramalho, 25, tem aquele tom de voz que, antes de saber o que ele faz da vida, dá vontade de perguntar se ele é cantor. Depois que se descobre que ele é vocalista da banda Blues Experience, a vontade é de pedir uma canja. Bem-humorado, Gabriel não negaria, mas ficou apenas nos assuntos sobre a carreira que começou em 2000. E as revelações são encantadoras. Durante quatro anos, Gabriel foi vocalista da banda Bitten Blues com a qual chegou a se apresentar em duas edições do Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga e, em dois anos no Ceará Music. A banda foi uma das escolas de Gabriel com quem chegou a ganhar o prêmio Nelsons, de Melhor grupo de música urbana de 2004 e foi indicado ao prêmio de Melhor Show de 2003, este pelas apresentações no Festival Ceará Blues Sessions, realizado no Centro Cultural do Dragão do Mar.
E foi em 2004 que Gabriel decidiu alçar novos vôos e partiu para a carreira solo, mas logo engajou-se com o trio formado por Sarquis Fermanian, Samir Almeida e Junior Finnis, formando o quarteto Blues Experience. Ainda quando subia ao palco sozinho Gabriel guarda com especial emoção uma noite de Soul & Blues no Hotel Vila Galé. "Teve um show do norte-americano J. J. Jackson e quando acabou eu fui me apresentar, ele estava dando autógrafos e na hora que comecei a cantar uma música do Eric Clapton ele pediu licença aos fãs e subiu ao palco para cantar comigo. Fizemos um dueto", conta ele.
Com um currículo desse é quase impossível de acreditar que Gabriel seja músico apenas nas horas vagas. O rapaz é designer, trabalha em uma assessoria de imprensa e faz Faculdade de Publicidade e Propaganda na FIC. "Desisti do sonho utópico de viver de música, quem paga as minhas contas é o design que também gosto muito. Acredito que ainda seja cedo para tomar uma decisão por um dos dois", explica.
Atualmente a Blues Experience finaliza o seu CD Demo e, paralelamente, Gabriel trabalha em um novo projeto autoral, ainda sem nome definido, fazendo misturas com samba, bossa nova e black music. É esperar para ver e, aguardar uma apresentação de Gabriel para conferir que o cearense está no rastro dos grandes nomes do blues.
Palco
"Sempre fico nervoso antes de começar um show, mas é só a música começar e eu encarar o público que o nervosismo passa. Fico perturbado se passo muito tempo fora de um palco."
Blues Cearense
"O Blues no Ceará precisa se profissionalizar. Temos uma cena boa, mas apesar da aparente cooperação, ainda falta maior união entre músicos para fortalecer a cena toda ao invés de projetos individuais".
Profissão
"Digo que o design é um prazer remunerado. Gosto de criar, de ver o que penso tomar forma e é isso que paga minhas contas enquanto eu continuo investindo na música".
E foi em 2004 que Gabriel decidiu alçar novos vôos e partiu para a carreira solo, mas logo engajou-se com o trio formado por Sarquis Fermanian, Samir Almeida e Junior Finnis, formando o quarteto Blues Experience. Ainda quando subia ao palco sozinho Gabriel guarda com especial emoção uma noite de Soul & Blues no Hotel Vila Galé. "Teve um show do norte-americano J. J. Jackson e quando acabou eu fui me apresentar, ele estava dando autógrafos e na hora que comecei a cantar uma música do Eric Clapton ele pediu licença aos fãs e subiu ao palco para cantar comigo. Fizemos um dueto", conta ele.
Com um currículo desse é quase impossível de acreditar que Gabriel seja músico apenas nas horas vagas. O rapaz é designer, trabalha em uma assessoria de imprensa e faz Faculdade de Publicidade e Propaganda na FIC. "Desisti do sonho utópico de viver de música, quem paga as minhas contas é o design que também gosto muito. Acredito que ainda seja cedo para tomar uma decisão por um dos dois", explica.
Atualmente a Blues Experience finaliza o seu CD Demo e, paralelamente, Gabriel trabalha em um novo projeto autoral, ainda sem nome definido, fazendo misturas com samba, bossa nova e black music. É esperar para ver e, aguardar uma apresentação de Gabriel para conferir que o cearense está no rastro dos grandes nomes do blues.
Palco
"Sempre fico nervoso antes de começar um show, mas é só a música começar e eu encarar o público que o nervosismo passa. Fico perturbado se passo muito tempo fora de um palco."
Blues Cearense
"O Blues no Ceará precisa se profissionalizar. Temos uma cena boa, mas apesar da aparente cooperação, ainda falta maior união entre músicos para fortalecer a cena toda ao invés de projetos individuais".
Profissão
"Digo que o design é um prazer remunerado. Gosto de criar, de ver o que penso tomar forma e é isso que paga minhas contas enquanto eu continuo investindo na música".
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