Fortaleza
ASSALTO AO
BANCO CENTRAL
Suposto líder usaria o nome de "Paulo"
"Paulo" seria o nome do líder da quadrilha, que usava um estacionamento em frente à casa alugada
Demitri Túlio
da Redação
09 Ago 2005 - 01h20min
Uma Sprinter branca, de placas HOY-0734, teria sido um dos carros usados pelo provável líder da quadrilha que assaltou um dos cofres do Banco Central em Fortaleza. O POVO apurou que o suposto coordenador da operação no Ceará seria um homem que usava o nome de ''Paulo''. Pela descrição de moradores e comerciantes que vivem na rua 25 de Março (entre a avenida Duque de Caxias e a rua Pero Coelho), o ''simpático e educado sujeito'' era moreno claro, alto (media aproximadamente 1,80 metro), calvo, aparentava ter entre 40 e 45 anos de idade e tinha um corpo atlético.
O nome ''Paulo'' consta em um recibo do estacionamento Avenida que fica em frente à casa alugada pela quadrilha, no número 1.071 da rua 25 de Março. Um funcionário, que pediu para não ter o nome nem a imagem identificados, revelou que ''Paulo'' usava a vaga 36 e pagava R$ 40, por mês, pelo serviço.
O documento, datado de 14 de julho desse ano, não está assinado e tem o nome do suposto assaltante impresso em umas das três linhas do documento. ''Como sou novato, vi ele umas duas vezes. E como estava conhecendo os clientes, anotava no caderno o número das placas e pegava alguns dados. Dele, peguei apenas o número da placa e esse nome que ele deu'', informou.
O empregado do estacionamento, que trabalha lá desde o dia 13 de junho, afirmou ao O POVO que o dia 26 de julho teria sido uma das últimas vezes que ''Paulo'' estacionara a Sprinter na garagem 36. ''Foi por volta do meio-dia. Não lembro do horário de saída. Nesse mês, não me recordo dele aqui'', disse o funcionário que cumpre um expediente diário de 7h às 19 horas.
Pelo menos três pessoas, empregados ou proprietários de bares situado na rua 25 de Março, no trecho que fica entre a avenida Duque de Caxias e a rua Pero Coelho, foram levados à sede da Polícia Federal (PF) para repassar informações sobre a fisionomia dos assaltantes que contribuisse para a elaboração dos retratos falados. ''Não temos nada a ver com isso, não sei pra que esse negócio'', reclamava uma garçonete de um dos comércios.
''Paulo'', segundo informação que corre entre moradores e comerciantes da rua, fazia pequenos lanches e bebia, vez ou outra, nos estabelecimentos. ''Ele andava sozinho e, às vezes, acompanhado por dois homens que pouco falavam. Quem conversava era ele'', afirmou um dos donos de um bar na Pero Coelho.
Segundo alguns moradores, o suposto líder dos assaltantes não tinha sotaque de ''gente de fora'' mas a alguém ele teria dito, em ''conversas de bar'', que era da cidade de Niterói (RJ). ''Tudo é boato, ninguém sabe. Já ouvi dizer também que ele seria de Campina Grande na Paraíba'', afirmou um flanelinha que trabalha no local.
O nome ''Paulo'' consta em um recibo do estacionamento Avenida que fica em frente à casa alugada pela quadrilha, no número 1.071 da rua 25 de Março. Um funcionário, que pediu para não ter o nome nem a imagem identificados, revelou que ''Paulo'' usava a vaga 36 e pagava R$ 40, por mês, pelo serviço.
O documento, datado de 14 de julho desse ano, não está assinado e tem o nome do suposto assaltante impresso em umas das três linhas do documento. ''Como sou novato, vi ele umas duas vezes. E como estava conhecendo os clientes, anotava no caderno o número das placas e pegava alguns dados. Dele, peguei apenas o número da placa e esse nome que ele deu'', informou.
O empregado do estacionamento, que trabalha lá desde o dia 13 de junho, afirmou ao O POVO que o dia 26 de julho teria sido uma das últimas vezes que ''Paulo'' estacionara a Sprinter na garagem 36. ''Foi por volta do meio-dia. Não lembro do horário de saída. Nesse mês, não me recordo dele aqui'', disse o funcionário que cumpre um expediente diário de 7h às 19 horas.
Pelo menos três pessoas, empregados ou proprietários de bares situado na rua 25 de Março, no trecho que fica entre a avenida Duque de Caxias e a rua Pero Coelho, foram levados à sede da Polícia Federal (PF) para repassar informações sobre a fisionomia dos assaltantes que contribuisse para a elaboração dos retratos falados. ''Não temos nada a ver com isso, não sei pra que esse negócio'', reclamava uma garçonete de um dos comércios.
''Paulo'', segundo informação que corre entre moradores e comerciantes da rua, fazia pequenos lanches e bebia, vez ou outra, nos estabelecimentos. ''Ele andava sozinho e, às vezes, acompanhado por dois homens que pouco falavam. Quem conversava era ele'', afirmou um dos donos de um bar na Pero Coelho.
Segundo alguns moradores, o suposto líder dos assaltantes não tinha sotaque de ''gente de fora'' mas a alguém ele teria dito, em ''conversas de bar'', que era da cidade de Niterói (RJ). ''Tudo é boato, ninguém sabe. Já ouvi dizer também que ele seria de Campina Grande na Paraíba'', afirmou um flanelinha que trabalha no local.
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