Ir para a página sobre a Publicidade

Fortaleza

A+ A- Mudar tamanho

NO CINEMA

Cinema do assalto


09 Ago 2005 - 01h20min

CENA DO filme Matadores de Velhinhas, com Tom Hanks

O assalto é um tema tão presente na sétima arte dos Estados Unidos, Inglaterra e França que foi tema até do primeiro western filmado, O Grande Roubo do Trem (The Great Train Robbery), de Edwin S. Porter, em 1903. Posteriormente, abordando o assaltante que se redime no Velho Oeste, era a proposta de Céu Amarelo (Yellow Sky), de William Wellman, em 1948.

Joalheria é um dos afluentes do gênero. Uma novata Marilyn Monroe apareceu numa participação especial no norte-americano O Segredo das Jóias (The Asphalt Jungle), de John Huston, em 1950. Uma das mais populares películas a respeito de assalto nesse ramo foi a francesa Rififi, de Jules Dassin, em 1954. Foi refilmada parcialmente também na França como O Círculo Vermelho (Le Cercle Rouge), de Jean-Pierre Melville, em 1970. O roubo de um hipódromo era abordado nos Estados Unidos em O Grande Golpe (The Killing), de Stanley Kubrick, em 1956.

O gênero também tem vertentes para a comédia. Foi o caso do longa-metragem inglês Quinteto da Morte (The Ladykillers), de Alexander Mackendrick, em 1955; da refilmagem norte-americana Matadores de Velhinhas, de Joel e Ethan Coen, em 2004; e dos estadunidenses Um Assaltante Bem Trapalhão (Take the Money and Run), de Woody Allen, em 1969; e Trapaceiros (Small Time Cooks), também de Allen, em 2000; assim como Ladrão que Rouba Ladrão ($), de Richard Brooks, em 1971. O assalto fracassado em tom humorístico estava presente em Onze Homens e um Segredo (Ocean's Eleven), de Lewis Milestone, em 1960; refilmado com o mesmo título por Steven Soderbergh, em 2001.

Sintetizando assalto com drama existencial foi a proposta de Um Dia de Cão (Dog Day Afternoon), de Sidney Lumet, em 1975. No Brasil, a conjugação roubo com drama social é característica de Assalto ao Trem Pagador, de Roberto Farias, em 1962. A politização do gênero ficou grafada em O que é Isso Companheiro?, de Bruno Barreto, em 1997. São os dois mais lembrados do País. (Frederico Fontenele Farias)

Dê sua nota clicando nas estrelas

Espaço dos leitores:

Comentar essa notícia

Seu nome:

Seu e-mail:

Sua cidade:

Comentário:

Importante: Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade de seus autores e as conseqüências derivadas deles podem ser passíveis de sanções legais. O usuário que incluir em suas mensagens algum comentário que viole o regulamento será eliminado e inabilitado para voltar a comentar.

Botao para a página sobre a Publicidade

Mais Notícias

Últimas

Últimas

Indique essa notícia

Seu nome:

Seu e-mail:

Nome do destinatário:

E-mail do destinatário:

Ir para a página sobre a Publicidade

Ir para a página sobre a Publicidade

Ir para a página sobre a Publicidade

Charge

Ir para a página sobre a Publicidade

© 2008 O POVO - Todos os direitos reservados