Fortaleza
ASSALTO AO
BANCO CENTRAL
Ação semelhante a do Comando Vermelho e PCC
O delegado Godofredo Bittencourt, de São Paulo, confirmou que está auxiliando a Polícia Federal a identificar a quadrilha
Flávio Pinto
da Redação
09 Ago 2005 - 01h20min
O Departamento de Investigação Sobre Crimes Organizados (Deic), de São Paulo, está acompanhando e auxiliando a Polícia Federal a identificar a quadrilha que agiu contra o Banco Central de Fortaleza e praticou o maior assalto a banco no Brasil. Para o delegado geral do Deic, Godofredo Bittencourt, a forma como o crime foi praticado é semelhante ao que as organizações criminosas que agem nas regiões Sul e Sudeste do País costumam realizar. ''Foi uma ação que se assemelha ao modo de agir do PCC (Primeiro Comando da Capital). Uma ação extremamente estudada e elaborada com precisão, sem falhas'', disse o delegado geral.
O PCC tem sua base montada nas penitenciárias paulistas, de onde o grupo planeja e comanda grande assaltos a bancos, carros-forte, empresas estatais ou privadas e ainda seqüestros em todo o Brasil. ''Embora haja indícios do envolvimento do PCC, ainda é cedo para termos a confirmação de que a ação tenha mesmo sido de componentes do bando. No momento, o grupo está fragilizado, mas como há várias ramificações espalhadas pelo País, nada pode ser desconsiderado'', disse.
Para Bittencourt, somente uma organização criminosa da envergadura do PCC ou até mesmo do Comando Vermelho, cuja base fica instalada em presídios do Rio de Janeiro, seria capaz de uma ação dessa natureza. O delegado da Deic explicou que, além de experiência, a quadrilha tem que ter suporte financeiro para bancar tanta ousadia. ''São necessário pelo menos seis meses de estudos. Uma ação dessa não sai por menos de R$ 150 mil em investimentos, que vão desde a compra de armas, veículos e aluguel de imóveis e material para a escavação'', explicou.
De acordo com o delegado Godofredo Bittencourt, que se considera um especialista em caça a organizações criminais, há 10 dias, policiais do Deic, juntamente com a Polícia paranaense prendeu um braço da organização criminosa que vinha agindo no estado do Paraná praticando assaltos a bancos e seqüestros. ''O grupo caiu numa casa alugada em Curitiba, onde havia uma rádio-base instalada. A partir dali, o grupo comandava ações contra bancos e carros-forte'', afirmou.
O PCC tem sua base montada nas penitenciárias paulistas, de onde o grupo planeja e comanda grande assaltos a bancos, carros-forte, empresas estatais ou privadas e ainda seqüestros em todo o Brasil. ''Embora haja indícios do envolvimento do PCC, ainda é cedo para termos a confirmação de que a ação tenha mesmo sido de componentes do bando. No momento, o grupo está fragilizado, mas como há várias ramificações espalhadas pelo País, nada pode ser desconsiderado'', disse.
Para Bittencourt, somente uma organização criminosa da envergadura do PCC ou até mesmo do Comando Vermelho, cuja base fica instalada em presídios do Rio de Janeiro, seria capaz de uma ação dessa natureza. O delegado da Deic explicou que, além de experiência, a quadrilha tem que ter suporte financeiro para bancar tanta ousadia. ''São necessário pelo menos seis meses de estudos. Uma ação dessa não sai por menos de R$ 150 mil em investimentos, que vão desde a compra de armas, veículos e aluguel de imóveis e material para a escavação'', explicou.
De acordo com o delegado Godofredo Bittencourt, que se considera um especialista em caça a organizações criminais, há 10 dias, policiais do Deic, juntamente com a Polícia paranaense prendeu um braço da organização criminosa que vinha agindo no estado do Paraná praticando assaltos a bancos e seqüestros. ''O grupo caiu numa casa alugada em Curitiba, onde havia uma rádio-base instalada. A partir dali, o grupo comandava ações contra bancos e carros-forte'', afirmou.
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