Vida & Arte
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Moda do bem
24 Mai 2005 - 02h29min
Nada como uma boa desculpa para aqueles que não admitem que querem estar na moda. Quando a boa desculpa é uma boa causa, tudo fica ainda mais fácil. Talvez seja por isso que as pulseirinhas de borracha estejam tão em alta. Sim, estas que você vê no braço da maior galera e nem sabe o que significa. Para os desligados, a maioria destes acessórios faz parte de campanhas beneficentes que arrecadam fundos para alguma causa social. A amarela, mais famosa de todas, foi criada numa parceria entre a Nike e a fundação Lance Armstrong de combate ao câncer. Quem? Se te perguntarem, não faça feio: Lance Armostrong é um famoso ciclista norte-americano que superou um câncer de testículos e voltou a vencer o Tour de France, uma das mais importantes competições da modalidade. O preço é U$ 1 - em Fortaleza elas chegam a ser vendidas por R$ 50 - e o lugar certo para comprá-las é no site www.laf.org. E lembre-se: estar na moda é legal, mas nesse caso a intenção é muito mais bacana. Ao lado você fica sabendo um pouco mais sobre algumas das pulseirinhas mais comuns e onde comprá-las pelo preço justo.
Associação brasileira do câncer (A única nacional) Cor: Azul turquesa - Preço: R$ 5 - Onde encontrar: nas lojas da rede Pão de Açúcar
Share beauty spread hope (Câncer de mama) Cor: Rosa - Obs: As vendas estão suspensas até setembro, quando sai uma nova coleção. Onde encontrar: www.bcrfcure.org/part_oct04_target.html
Stand up speak up (Racismo no futebol) Cor: Preta e Branca - Preço: 2 euros - Onde encontrar: www.nike.com
Let me live (Combate a Aids) Cor: Vermelha - Preço: 2,5 euros - Onde encontrar: http://www.shop.queenonline.com/ mall/departmentpage.cfm/qen
Imagine o planeta Terra sendo aniquilado para a construção de uma via expressa hiperespacial. Coisa de filme? Também! Isso porque o clássico livro do inglês Douglas Adams, "O Guia do mochileiro das galáxias", foi parar nas telonas e vai bem nas bilheterias americanas, tendo arrecadado mais de US$ 40 milhões até a semana passada. Provavelmente você nunca ouviu falar nele, mas isso não quer dizer que você seja desinformado. "O Guia do mochileiro das galáxias" foi escrito na década de 70, mas por aqui acabou sendo editado uma única vez, e isso já faz um bom tempo. Pegando carona no lançamento do filme, a editora Sextante apostou na obra e fez com que ela chegasse às prateleiras brasileiras, prometendo, inclusive, dar seqüência à saga do autor inglês, morto
em 2001 - "O Restaurante no fim do universo", o segundo dos cinco livros, também já está disponível. Com um humor irônico e sarcástico, "O guia" conta as aventuras de Arthur Dent, que com a ajuda do amigo Ford Perfect - um alienígena disfarçado - consegue escapar da destruição da Terra e inicia, então, uma aventura espacial onde conhecerá seres bizarros e descobrirá respostas sobre a
vida e o universo.
O filme chega por aqui no próximo dia 3, ou seja, ainda dá tempo de correr à livraria mais próxima e descolar um exemplar.
Marky, DJ
sobre as constantes associações entre drogas e música eletrônica por parte da mídia desinformada
aço meu trabalho pensando em agradar as pessoas. Na minha opinião, a música supre qualquer carência, não é preciso nenhum aditivo para curtir uma noite, um bom som. Esse problema das drogas está aí há muito tempo, desde os anos 60, 70, passou pela Disco Music, com o auge da cocaína... Nos anos 80, com a House Music, começou a surgir o ecstasy. As drogas também estão no carnaval, no axé, no pagode, não só na música eletrônica. O que eu faço é levar informação e música boa para as pessoas. Também não acho legal estar tocando para um monte de nego louco que não sabe nem o que eu estou fazendo. É desagradável. Infelizmente, é um problema do país, são vários outros fatores. Não se pode culpar a música eletrônica e nenhum outro tipo de música."
BABAQUICE
Tem gente que usa essa pulseirinha aí embaixo única e exclusivamente por ser da Nike. Não dá pra condenar quem se liga apenas na marca, mas o fato de algumas pessoas não comprarem a nacional - que ajuda a Associação Brasileira do Câncer - por não ser de grife é uma tremenda idiotice. Não dá, né? Afinal, o grande propósito é ajudar.
Love, Angel, Music, Baby
Artista: Gwen Stefani Ano: 2004 Preço Médio: R$ 34
A vocalista do No Doubt acertou em cheio no seu primeiro trabalho solo. Com um pop extremamente dançante, a loirinha alcançou o topo das paradas americanas com o single "Hollaback girl" e já vendeu quase 2 milhões de cópias. Aqui, "Rich Girl" está sendo muito bem executada nas rádios. Aliás, não dá pra ficar parado quando ela toca. Nem que seja disfarçado, batendo os pés no chão ou os dedos
na mesa... Bom para ouvir enquanto se arruma para a balada.
Ok Computer
Artista: Radiohead Ano: 1997 Preço Médio: R$ 36
Terceiro e melhor disco do cultuado grupo inglês. Depois de relativos sucessos com os álbuns anteriores, "Pablo Honey" e "The Bends", Thom Yorke & Cia conquistaram o respeito do público e da mídia mundial com canções irretocáveis e emocionantes como "No surprises", "Let down" e "Karma police", sem falar na hipnótica "Paranoid android". Figurinha fácil em qualquer lista do tipo "os 10 mais".
Associação brasileira do câncer (A única nacional) Cor: Azul turquesa - Preço: R$ 5 - Onde encontrar: nas lojas da rede Pão de Açúcar
Share beauty spread hope (Câncer de mama) Cor: Rosa - Obs: As vendas estão suspensas até setembro, quando sai uma nova coleção. Onde encontrar: www.bcrfcure.org/part_oct04_target.html
Stand up speak up (Racismo no futebol) Cor: Preta e Branca - Preço: 2 euros - Onde encontrar: www.nike.com
Let me live (Combate a Aids) Cor: Vermelha - Preço: 2,5 euros - Onde encontrar: http://www.shop.queenonline.com/ mall/departmentpage.cfm/qen
Imagine o planeta Terra sendo aniquilado para a construção de uma via expressa hiperespacial. Coisa de filme? Também! Isso porque o clássico livro do inglês Douglas Adams, "O Guia do mochileiro das galáxias", foi parar nas telonas e vai bem nas bilheterias americanas, tendo arrecadado mais de US$ 40 milhões até a semana passada. Provavelmente você nunca ouviu falar nele, mas isso não quer dizer que você seja desinformado. "O Guia do mochileiro das galáxias" foi escrito na década de 70, mas por aqui acabou sendo editado uma única vez, e isso já faz um bom tempo. Pegando carona no lançamento do filme, a editora Sextante apostou na obra e fez com que ela chegasse às prateleiras brasileiras, prometendo, inclusive, dar seqüência à saga do autor inglês, morto
em 2001 - "O Restaurante no fim do universo", o segundo dos cinco livros, também já está disponível. Com um humor irônico e sarcástico, "O guia" conta as aventuras de Arthur Dent, que com a ajuda do amigo Ford Perfect - um alienígena disfarçado - consegue escapar da destruição da Terra e inicia, então, uma aventura espacial onde conhecerá seres bizarros e descobrirá respostas sobre a
vida e o universo.
O filme chega por aqui no próximo dia 3, ou seja, ainda dá tempo de correr à livraria mais próxima e descolar um exemplar.
Marky, DJ
sobre as constantes associações entre drogas e música eletrônica por parte da mídia desinformada
aço meu trabalho pensando em agradar as pessoas. Na minha opinião, a música supre qualquer carência, não é preciso nenhum aditivo para curtir uma noite, um bom som. Esse problema das drogas está aí há muito tempo, desde os anos 60, 70, passou pela Disco Music, com o auge da cocaína... Nos anos 80, com a House Music, começou a surgir o ecstasy. As drogas também estão no carnaval, no axé, no pagode, não só na música eletrônica. O que eu faço é levar informação e música boa para as pessoas. Também não acho legal estar tocando para um monte de nego louco que não sabe nem o que eu estou fazendo. É desagradável. Infelizmente, é um problema do país, são vários outros fatores. Não se pode culpar a música eletrônica e nenhum outro tipo de música."
BABAQUICE
Tem gente que usa essa pulseirinha aí embaixo única e exclusivamente por ser da Nike. Não dá pra condenar quem se liga apenas na marca, mas o fato de algumas pessoas não comprarem a nacional - que ajuda a Associação Brasileira do Câncer - por não ser de grife é uma tremenda idiotice. Não dá, né? Afinal, o grande propósito é ajudar.
Love, Angel, Music, Baby
Artista: Gwen Stefani Ano: 2004 Preço Médio: R$ 34
A vocalista do No Doubt acertou em cheio no seu primeiro trabalho solo. Com um pop extremamente dançante, a loirinha alcançou o topo das paradas americanas com o single "Hollaback girl" e já vendeu quase 2 milhões de cópias. Aqui, "Rich Girl" está sendo muito bem executada nas rádios. Aliás, não dá pra ficar parado quando ela toca. Nem que seja disfarçado, batendo os pés no chão ou os dedos
na mesa... Bom para ouvir enquanto se arruma para a balada.
Ok Computer
Artista: Radiohead Ano: 1997 Preço Médio: R$ 36
Terceiro e melhor disco do cultuado grupo inglês. Depois de relativos sucessos com os álbuns anteriores, "Pablo Honey" e "The Bends", Thom Yorke & Cia conquistaram o respeito do público e da mídia mundial com canções irretocáveis e emocionantes como "No surprises", "Let down" e "Karma police", sem falar na hipnótica "Paranoid android". Figurinha fácil em qualquer lista do tipo "os 10 mais".
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