Política
BRASÍLIA
Delcídio encaminha duas representações contra Bittar
07 Abr 2006 - 19h42min
O presidente da CPI dos Correios, senador Delcídio Amaral (PT-MS), entrou com duas representações contra o deputado Jorge Bittar (PT-RJ). Uma delas foi encaminhada ao Ministério Público e solicita a instauração de inquérito penal contra o deputado petista. A outra pede a abertura de processo pelo Conselho de Ética da Câmara por falta de decoro parlamentar.
Na última sessão da CPI dos Correios, na quarta-feira, Bittar agrediu verbalmente Delcídio: chamou de "judas" e "traidor", além de ter xingado o senador petista. O relatório final da CPI dos Correios foi aprovado por 17 votos a quatro sob protestos dos parlamentares petistas.
"Ele (Delcídio) quer me fazer passar por vilão. Mover uma representação ao Ministério Público e outra à Mesa da Câmara é um jogo de cena dele para tentar deixar de ser infrator e passar a vítima. Ele (Delcídio) está tentando ser malandro demais", afirmou ontem Bittar. "Não encostei um dedo nele (Delcídio). Sou um homem de paz", completou o petista.
Difamação
Bittar disse que Delcídio agiu de forma "truculenta" e "arbitrária" ao não dar a palavra a nenhum dos integrantes da CPI nem permitir a votação e discussão de destaques ao relatório do deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR).
Delcídio protocolou representação no Ministério Público por crime de ação penal contra Bittar sob a alegação de que o deputado tentou "abortar o resultado útil da sessão de votação do relatório final" da CPI. No pedido, o presidente da CPI dos Correios pediu a instauração de inquérito penal e posterior propositura ação penal pública contra Bittar que, segundo a representação de Delcídio, tentou "abortar a sessão mediante graves ofensas difamatórias bradadas em rede nacional e ao vivo".
Outra representação foi encaminhada ao presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), e solicita a abertura de processo por falta de decoro parlamentar contra Bittar. Na representação, Delcídio argumentou que Bittar pode ser enquadrado em crime de difamação por tê-lo xingado e usado "vocábulos de baixo calão". "Os atos praticados não constituem simples ofensas, representaram franco descumprimento dos deveres fundamentais de deputado", alegou o presidente da CPI.
Na última sessão da CPI dos Correios, na quarta-feira, Bittar agrediu verbalmente Delcídio: chamou de "judas" e "traidor", além de ter xingado o senador petista. O relatório final da CPI dos Correios foi aprovado por 17 votos a quatro sob protestos dos parlamentares petistas.
"Ele (Delcídio) quer me fazer passar por vilão. Mover uma representação ao Ministério Público e outra à Mesa da Câmara é um jogo de cena dele para tentar deixar de ser infrator e passar a vítima. Ele (Delcídio) está tentando ser malandro demais", afirmou ontem Bittar. "Não encostei um dedo nele (Delcídio). Sou um homem de paz", completou o petista.
Difamação
Bittar disse que Delcídio agiu de forma "truculenta" e "arbitrária" ao não dar a palavra a nenhum dos integrantes da CPI nem permitir a votação e discussão de destaques ao relatório do deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR).
Delcídio protocolou representação no Ministério Público por crime de ação penal contra Bittar sob a alegação de que o deputado tentou "abortar o resultado útil da sessão de votação do relatório final" da CPI. No pedido, o presidente da CPI dos Correios pediu a instauração de inquérito penal e posterior propositura ação penal pública contra Bittar que, segundo a representação de Delcídio, tentou "abortar a sessão mediante graves ofensas difamatórias bradadas em rede nacional e ao vivo".
Outra representação foi encaminhada ao presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), e solicita a abertura de processo por falta de decoro parlamentar contra Bittar. Na representação, Delcídio argumentou que Bittar pode ser enquadrado em crime de difamação por tê-lo xingado e usado "vocábulos de baixo calão". "Os atos praticados não constituem simples ofensas, representaram franco descumprimento dos deveres fundamentais de deputado", alegou o presidente da CPI.
Agência Estado
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