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Eterna Paixão
Aos 10 anos Rachel se apaixonou pela leitura de Julio Verne e a partir daí
não parou mais. Ler é a sua imensa paixão.
Ariadne Araújo
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Rachel e o busto de Jorge Amado
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[16 18h02min]
Livros, livros, livros. Por toda a parte, multiplicados em prateleiras e de toda a espécie: antigos e novos, nacionais, portugueses, franceses, ingleses. Os pocket-books, por muito tempo, foram quase uma mania. Nas graças, os romances policiais - de Agatha Christie aos mais sofisticados, como Dashiell Hammett, Raymond Chandler, Rex Stout. Mas, de tudo, tem um pouco. Literatura, história, arte e as prediletas biografias - "desde as cabeças coroadas às estrelas de cinema'', diz a irmã Maria Luíza.
Traça de sebos, ela comprava livrinhos por quilo. Em caixotes, aos montes, foram despachados para a Não me Deixes. "Leitura assegurada para as temporadas no sertão'', conta Isinha. Mas o gosto pelos livros vem de longe, coisa de menina. Aos 10 anos se apaixonou por Júlio Verne e as Vinte mil léguas submarinas. "Criou para mim o mundo mágico das águas'', ela conta em Tantos Anos. No açude da fazenda, sob o fascínio da história, ela avançava para as águas fundas sobre um tronco de mulungu cujo apelido era Nautilus. "Eu era o capitão Nemo, eu era todo mundo...
Por alguns livros, é amor mesmo. Como o de John Steinbeck, A longa noite sem lua - conta a invasão dos nazistas numa pequena aldeia norueguesa. Ou ainda, paixão mais roxa, Macunaíma, de Mário de Andrade. Decorados, trechos e trechos. "Certa vez, estávamos de visita numa casa de cerimônia quando houve assim aquele vácuo, aquele silêncio. Então, alguém disse a frase de Macunaíma: `vamos conversar porcaria? E todos responderam em coro: Xi, gosto disso que é um horror!. (AA)
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